Esperar silêncio tem um prazo.
Uma mensagem atrasada não é sempre uma ligação perdida. Definir prazos e acompanhar a qualidade ajuda a distinguir uma falha de um atraso pontual.
Uma missão precisa de prever o que fazer quando as condições mudam. Nem sempre “voltar a casa” ou “parar no ar” são opções possíveis.
As opções representam verificações já feitas. Marcar uma caixa não demonstra que o regresso é seguro ou que os sensores funcionam.
Esta experiência mostra perguntas e prioridades. Não é uma tabela de comandos para configurar um autopiloto, nem cobre todas as falhas.
Uma mensagem atrasada não é sempre uma ligação perdida. Definir prazos e acompanhar a qualidade ajuda a distinguir uma falha de um atraso pontual.
Perder o rádio não é o mesmo que perder posição. Uma resposta adequada depende da energia, do espaço, dos sensores e da tarefa.
Quando a ligação regressa, confirmar o estado e as tarefas antes de continuar. Comandos antigos não devem iniciar ações novas por engano.
Definir limites para energia, idade das medições e qualidade de posição. Os valores dependem do veículo e devem ser testados.
Guardar tempos, medições e decisões ajuda a encontrar a causa de uma falha. Não basta registar a mensagem “erro”.
Simular falhas antes do voo e testar em condições controladas. Confirmar também como o operador consegue compreender e interromper a missão.
estado = recolher_qualidade_dos_sensores_e_energia()
se existe_falha:
interromper_ações_que_dependem_da_informação_perdida()
opções = respostas_preparadas_para_este_veículo()
viáveis = verificar_opções_no_contexto_atual(opções, estado)
se existe_resposta_viável:
executar_e_monitorizar(resposta_escolhida)
senão:
sinalizar_a_situação_e_aplicar_procedimento_previsto()
# Os procedimentos devem ser definidos e testados antes da missão.